Atualmente, as palavras hiperatividade e transtorno de déficit de atenção (TDAH) viraram moda para definir crianças e adolescentes que possuem variação no comportamento (pessoa muito ativa e agitada, inquieta, impulsiva e desatenta, por exemplo). Porém, esses aspectos também são encontrados em indivíduos sem o problema da hiperatividade ou da variação no comportamento. Para Valquíria Barbosa, psicóloga, psicopedagoga e gerente da área técnica de reabilitação da Avape, o grande problema está, na maioria das vezes, no diagnóstico precoce e sem orientação de profissional especializado. "É preciso que pais e educadores fiquem atentos aos sintomas e não se precipitem ao diagnosticar a criança com hiperatividade, pois podem prejudicar e comprometer todo seu desenvolvimento dentro e fora da escola", explica. Segundo Valquíria, o diagnóstico só pode ser feito por um profissional da área médica e, a partir daí, família, médico e escola devem caminhar juntos para atender o desenvolvimento desta criança. "É importante saber que o TDAH não é uma deficiência e o conhecimento do transtorno pela família e a escola garantem o bom acompanhamento e desenvolvimento na vida escolar", afirma. Sabe-se que a hiperatividade atinge uma média de quatro a cinco crianças e dois a três adultos a cada 100 habitantes. Projeto Avape A Avape, além de atender pessoas com todos os tipos de deficiência, também possui um quadro multidisciplinar de profissionais que prestam atendimento aos quadros de TDAH desenvolvem o atendimento de TDAH. "Além do atendimento em todas nossas clínicas, desenvolvemos um projeto para auxiliar escolas e familiares, trazer à tona discussões sobre o assunto e, juntos, adaptarmos os ambientes para essas crianças", conta Valquíria. Os interessados em parceria com a Avape para o desenvolvimento do projeto devem entrar em contato com Valquíria Barbosa no telefone (11) 4993-9200.
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